quinta-feira, 21 de junho de 2012

Alexandre Dumas e o Homem da Máscara de Ferro

O nome verdadeiro de Alexandre Dumas era Alexandre Davy de la Pailletterie. Ele Nasceu no dia 24 de julho de 1802, em Villers-Cotterêts, perto de Paris, na França. Era filho de um general e de uma escrava negra, Marie, que morreu quando o filho ainda era pequeno.
Aos 20 anos, Alexandre mudou-se para Paris. Por indicação do general Foy, Dumas conseguiu um emprego no escritório do duque de Orleans. Começou então a escrever poemas e novelas e, logo depois, seu primeiro drama. Aos vinte e cinco anos, obteve sucesso com sua primeira peça de teatro.
Alexandre Dumas escrevia semanalmente para jornais e revistas. Foi um dos escritores franceses mais produtivos, aceitando inclusive convites para escrever em parceria.
No ano de 1829, lançou a peça Henrique III e sua corte, que fez um estrondoso sucesso. Dumas é lembrado até hoje pelos seus romances, mas, na verdade, foi como dramaturgo que revelou seu indiscutível talento.
Em 1844, a revista O Século publicou a primeira parte de uma história escrita por Alexandre Dumas, que se baseou em alguns manuscritos encontrados na Biblioteca Nacional, enquanto pesquisava sobre Luís XIV. Esses manuscritos contavam as aventuras de um jovem que, ao chegar a Paris, envolveu-se nas intrigas da corte, em assuntos internacionais e políticos e em questões amorosas. Durante seis anos, os leitores puderam apreciar as aventuras do jovem D'Artagnan e de seus três amigos, Porthos, Athos e Aramis, tendo como cenário a história da França e Inglaterra. Mais tarde, essas aventuras foram publicadas e tornaram-se os três romances de D'Artagnan: Os três mosqueteiros, Vinte anos depois e O visconde de Bragelonne.
O homem da máscara de ferro faz parte do terceiro volume, O visconde de Bragelonne, e corresponde à parte que vai do capítulo 209 ao 269.
Dentre outras obras que Dumas escreveu, destacam-se: O conde de Monte Cristo, A tulipa negra, Os irmãos corsos, A rainha Margot, O colar da rainha, O cavaleiro da casa vermelha, Memórias de um médico e A condessa de Charny. Ele também escreveu centenas de peças, anedotas, romances, diários de viagem e histórias para crianças.
Alexandre Dumas fez fortuna com seus livros, mas não soube administra-la. Quando morreu, no dia 5 de dezembro de 1870, estava em total miséria.
O seu corpo foi sepultado no local onde nasceu no cemitério de Villers-Cotterêts até 30 de novembro de 2002, quando foi exumado por ordem do presidente francês Jacques Chirac e numa cerimônia televisiva, seu novo caixão, carregado por quatro homens vestidos como mosqueteiros Athos, Porthos, Aramis e D'Artagnan, foi transportado em procisão solene até o Panteão de Paris, o grande mausoléu onde grandes filósofos e escritores estão sepultados.
Em seu discurso, o presidente disse: "Contigo, nos fomos D'Artagnan, Monte Cristo ou Balsamo, cavalgando pelas estradas da França, percorrendo campos de batalha, visitando palácios e castelos - contigo, nós sonhamos."
Numa entrevista após a cerimônia, Chirac reconheceu o racismo que existiu, devido ao fato de Dumas ter sido filho de uma escrava negra, dizendo que um erro agora foi reparado com seu sepultamento ao lado de autores como Victor Hugo e Voltaire. Dessa forma reconhecendo que apesar da França ter produzido vários grandes escritores, nenhum deles foi tão lido quanto ele. Suas histórias foram traduzidas em quase 100 idiomas, e inspiraram mais de 200 filmes.

Lenda ou história real?

Em 1698, um homem misterioso foi aprisionado na Bastilha. O homem foi mantido na prisão por quase onze anos e, durante todo esse tempo, seu rosto ficou encoberto por uma máscara de ferro. O prisioneiro morreu em 1703 e, em 1711, a cunhada do rei escreveu uma carta para a tia, contando a estranha história.
O filósofo Voltaire revelou ter conhecido na mesma prisão uma pessoa que servia o homem da máscara de ferro. Voltaire contava que o prisioneiro usava a máscara desde o ano de 1661 e que, mais tarde, foi levado para a ilha de Sainte-Marguerite. Ele era jovem, alto e muito atraente; vestia-se muito bem, gostava de música e era parecido com alguém famoso na época; provavelmente, Luís XIV.
Muitas histórias foram contadas acerca do homem da máscara de ferro. Alguns escritores diziam que a máscara era de veludo, e não de ferro.
Em 1789, o jornalista Frederic-Melchior Grimm afirmou que Luís XIV teve um irmão gêmeo idêntico. O rei Luís XIII, pai dos gêmeos, temeroso de que os garotos brigassem por causa do trono mais tarde, havia escondido um dos bebês para que fosse criado secretamente. O garoto foi criado por um casal, que nunca lhe revelou a sua verdadeira identidade. Um dia, já adolescente, ele viu um quadro de seu irmão e compreendeu o que havia acontecido. O rapaz foi preso imediatamente e passou o resto de sua vida com uma máscara sobre o rosto.
Muitas pessoas acreditaram nessa história. À medida que o tempo passava, outros escritores deram novas versões para o caso. Disseram inclusive que, quando a Bastilha foi tombada por um movimento revolucionário, foi descoberto o esqueleto do príncipe, que ainda usava a máscara.
Lenda? Boato? Fato Real?
Alexandre Dumas aproveitou o boato e inseriu-o nesta história, lançando mão de fatos políticos verídicos e mesclando-os de tal maneira que fica difícil separar ficção de realidade.
Corria o boato, na época, de que o rei Luís XIV era filho de Ana D'Austria e de seu amante, o cardeal Mazarino.
Com maestria, Alexandre Dumas centralizou a história em 1661, na França, no reinado do polêmico Luís XIV, também chamado  "Rei Sol".

terça-feira, 5 de julho de 2011

A Era dos Descartáveis

Vivem hoje no planeta Terra aproximadamente 6 bilhões de habitantes. No decorrer do século XX, a população mundial dobrou de tamanho, porém a quantidade de lixo produzida no mesmo período aumentou numa proporção muito maior.
Esse processo começou, de fato, a partir da Revolução Industrial, que ocorreu na Europa em meados do século XVIII. Inicialmente, eram empregadas maquinas a vapor, usadas para mover teares na confecção de tecidos, que depois foram substituídos por equipamentos mais modernos, movidos a eletricidade.
Com o passar dos anos, as indústrias evoluíram consideravelmente e hoje fabricam produtos nem sequer imagináveis naquela época, como geladeiras, fornos de microondas, televisores, celulares e DVD's. A descoberta sucessiva de novas tecnologias vem rapidamente tornando ultrapassados modelos e versões de aparelhos. Os computadores, por exemplo vêm sofrendo tantas modificações que, no Japão e em outros países desenvolvidos, já formam enormes depósitos de sucata, mesmo quando ainda funcionam.
Em toda parte do mundo, a propaganda comercial de jornais, rádio, televisão e internet incentiva as pessoas a adquirir vários produtos e substituir os mais antigos por mais modernos. Relógios, brinquedos, sapatos ou eletrodomésticos logo ficam "fora de moda" e se transforma em lixo. Na Europa, nos Estados Unidos e em menor escala no Brasil encontramos verdadeiros "cemitérios de automóveis", formado por carros abandonados por seus donos, que não encontram compradores, pois a maioria deles procura sempre adquirir os últimos lançamentos do mercado.
Hoje existem milhões de carros no mundo, e possivelmente na Europa o ritmo de produção de automóveis já ultrapassa a taxa de natalidade, isto é, "nascem" mais carros que crianças. Enquanto no Brasil um carro chega a durar mais de vinte anos, nos países europeus sua vida útil é de apenas dez anos. Calcula-se que, anualmente, mais de 12 milhões de automóveis são inutilizados no continente europeu.
Nos dias atuais, os aparelhos eletrodomésticos em geral, como rádios, ferros elétricos, fogões e aparelhos de som, têm menor durabilidade, quebram-se facilmente e necessitam de reposição a curto prazo. Somam-se a estes os telefones celulares, que são trocados constantemente por modelos mais sofisticados. Estamos vivendo assim, a era dos descartáveis, isto é, dos produtos que são utilizados uma única vez ou por pouco tempo e em seguida jogados fora.
Atualmente, fraldas, lenços, coadores de café, xícaras e até mesmo toalhas são lançados ao lixo, logo após seu uso. O mesmo acontece com canetas, lâminas e aparelhos de barbear. Impressoras de computadores e máquinas copiadoras, como xerox ou fax também contribuem com um imenso volume de papéis, rapidamente inutilizados. Cada dia é maior a quantidade de pilhas e de baterias de aparelhos eletrônicos que é descartada pela população. Esse material, juntamente com CD's, disquetes, cartuchos de impressão e baterias de relógio, formam o chamado lixo tecnológico.
Na era dos descartáveis, as embalagens de bebidas e de alimentos, feitas principalmente de alumínio, plástico ou papel, passaram a ser produzidos em larga escala, substituindo os recipientes que até pouco tempo eram totalmente reutilizáveis, como as garrafas de cerveja e de refrigerantes feitas de vidro. As modernas redes de lanchonete, ao servir um simples sanduíche acompanhado de bebida, oferecem caixinhas de papelão ou de isopor, guardanapos, talheres, copos e canudos que serão descartados nume lixeira minutos depois.
Esse tipo de lixo reflete basicamente o modo de vida moderno e agitado das grandes cidades. Em geral quanto mais rica e industrializada for a região, maior será o consumo de descartáveis e a quantidade de lixo produzida por seus habitantes será mais elevada.
Se, não assumirmos, a reciclagem, como uma alternativa viável para o volume de produtos descartáveis, em poucos anos estaremos sufocados em nosso próprio lixo.

terça-feira, 28 de junho de 2011

O conceito de Lixo

A palavra lixo, derivado do termo latim Lix, significa "cinza". No dicionário ela é definida como sujeira, imundice, coisa ou coisas inúteis, velhas, sem valor. Lixo,na linguagem técnica, é sinônimo de resíduos sólidos e compreende os materiais descartados pelas atividades humanas.

Nos tempos mais remotos, o lixo era produzido em pequenas quantidades e constituído essencialmente de sobras de alimentos.

A partir da Revolução Industrial, século XVII, as fábricas começaram a produzir objetos de consumo em larga escala e a introduzir novas embalagens no mercado, aumentando consideravelmente o volume e a diversidade de resíduos gerados nas áreas urbanas. O ser humano passou a viver então a era dos descartáveis, em que a maior parte dos produtos (de guardanapos de papel a computadores) são inutilizados e jogados fora com enorme rapidez.

Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado das metrópoles fez com que as áreas disponíveis para colocar o lixo se tornassem escassas. A sujeira acumulada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas, e piorou as condições de saúde das populações em todo o mundo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas. Até hoje, no Brasil, a maior parte dos resíduos e simplesmente jogada sem qualquer cuidado em depósitos existentes nas periferias das cidades.

A questão é: O que fazer com tanto lixo?

Felizmente, temos a nosso favor várias soluções para dispor os resíduos de forma correta, sem acarretar prejuízos ao meio ambiente e a saúde pública. O ideal, no entanto, seria se todos nos evitássemos o acumulo de detritos, diminuindo o desperdício de materiais e o consumo excessivo de embalagens.

Nos últimos anos, nota-se uma tendencia mundial em reaproveitar cada vez mais os produtos jogados no lixo para fabricação de novos objetos, por meio dos processos de reciclagem, o que representa economia de matéria prima e de energia fornecidas pela natureza. Assim, o conceito de lixo tende a ser modificado, podendo ser entendido como "coisas que podem ser uteis e aproveitáveis pelo ser humano". Você está convidado a participar dessa mudança!

(Contribuição: Guilherme A.O. Rambaldi)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Eco 92 - Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento

Em 1992, no  Rio de Janeiro, representantes de quase todos os países do mundo reuniram-se para decidir que medidas tomar para conseguir diminuir a degradação ambiental e garantir a existência de outras gerações.

A ECO-92 ou Rio-92 são nomes pelos quais é mais conhecida a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD), realizada entre 3 e 14 de Junho de 1992.

A intenção, nesse encontro, era introduzir a idéia do desenvolvimento sustentável, um modelo de crescimento econômico menos consumista e mais adequado ao equilíbrio ecológico. Os encontros ocorreram no centro de convenções chamado Rio Centro. A diferença entre 1992 e 1972 (quando teve lugar a Conferência de Estocolmo) pode ser traduzida pela presença maciça de Chefes de Estado, fator indicativo da importância atribuída à questão ambiental no início da década de 1990.

Durante o evento, as forças armadas fizeram a proteção da cidade, gerando uma sensação de segurança, que motiva até hoje a defesa da utilização das forças armadas na segurança pública da cidade. O presidente da República Fernando Collor de Mello, transferiu, durante o evento a capital de Brasília para o Rio de Janeiro. Fazendo durante alguns dias, que o Rio voltasse a ser a capital do país, como foi de 1763 até 1960.
A Rio 92 consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável e contribuiu para a mais ampla conscientização de que os danos ao meio ambiente eram majoritariamente de responsabilidade dos países desenvolvidos. Reconheceu-se, ao mesmo tempo, a necessidade dos países em desenvolvimento receberem apoio financeiro e tecnológico para avançarem na direção do desenvolvimento sustentável. Naquele momento, a posição dos países em desenvolvimento tornou-se mais bem estruturada e o ambiente político internacional favoreceu a aceitação pelos países desenvolvidos de princípios como o das responsabilidades comuns, mas diferenciadas.

A mudança de percepção com relação à complexidade do tema deu-se de forma muito clara nas negociações diplomáticas, apesar de seu impacto ter sido menor do ponto de vista da opinião pública.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Vinha de Luz - Crises

"Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora." - Jesus. (JOÃO. 12:27.)

A lição de Jesus, neste passo do Evangelho, é das mais expressivas.
Ia o Mestre provar o abandono dos entes amados, a ingratidão de beneficiários da véspera, a ironia da multidão, o apodo na via pública, o suplício e a cruz, mas sabia que ali se encontrava para isto, consoante os desígnios do Eterno.
Pede a proteção do Pai e submete-se na condição do filho fiel.
Examina a gravidade da hora em curso, todavia reconhece a necessidade do testemunho.
E todas as vidas na Terra experimentarão os mesmos trâmites na escala infinita das experiências necessárias.
Todos os seres e coisas se preparam, considerando as crises que virão.
É a crise que decide o futuro.
A terra aguarda a charrua.
O minério será remetido ao cadinho.
A árvore sofrerá a poda.
O verme será submetido à luz solar.
A ave defrontará com a tormenta.
A ovelha esperará a tosquia.
O homem será conduzido à luta.
O cristão conhecerá testemunhos sucessivos.
É por isso que vemos, no serviço divino do Mestre, a crise da cruz que se fez acompanhar pela bênção eterna da Ressurreição.
Quando pois te encontrares em luta imensa, recorda que o Senhor te conduziu a semelhante posição de sacrifício, considerando a probabilidade de tua exaltação, e não te esqueças de que toda crise é fonte sublime de espírito renovador para os que sabem ter esperança.

Texto extraido do livro "Vinha de Luz" - Francisco Candido Xavier (Chico Xavier) ditado pelo espírito Emmanuel

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Mudanças....


Como vai você?
Eu vou bem.
Bem...
Na verdade, estou em rota de colisão comigo mesmo.
Sabe por quê?
Porque a vida é assim.
Os pensamentos mudam, as pessoas mudam,... a vida muda.
Tudo em um grande espiral de vaidades, virtudes e sentimentos.
Ódio, amor, inveja, preguiça, dor e alegria tudo faz parte da receita da vida.
O grande segredo é saber dosar todos os ingredientes.
Quando não conseguimos...
Tudo dá errado.
Estou em busca de um novo tempo, um novo rumo.
Quem sabe uma nova religião.
Preciso de algo para servir de base.
Estou buscando uma vida nova.
Algo no mundo está errado.
Comigo está tudo bem.
O que ocorre, é que chega uma altura da vida em que precisamos olhar para dentro. Voltar para si.
E se redescobrir.
Rever conceitos.
Reavaliar a rota da vida. Saber exatamente que rumo seguir.
Buscar novos caminhos.
O que me falta é inspiração.
Acho que é justamente o que tenho buscado.
As coisas mudam, as pessoas mudam. O tempo muda.
Tudo muda o tempo todo.
Eu também quero mudar.
Sair mais.

Viajar.
Comer comidas diferentes.

Quem sabe escrever um livro.
Mas falta algo.
Algo simples.
Tão pequeno.
Mas tão difícil de ter ultimamente.
O óbvio.
O necessário.
Aquilo que todos buscam.
Mas poucos alcançam.
Ele mesmo.
O dinheiro.

domingo, 17 de outubro de 2010

Roberto Jefferson - "On the Road" (Na Estrada).

Foto de Divulgação - Capa do CD

Recentemente nas eleições de 3 de outubro de 2010, vimos uma enxurrada de cantores, jogadores de futebol e até palhaços entrarem para política. Alguns escrevendo seu nome na história como é o caso do comediante Tiririca um dos deputados mais votados de São Paulo.

Na contramão desse movimento está o presidente do PTB, Roberto Jefferson, que resolveu entrar para carreira de cantor, e lançou seu primeiro CD.

O CD romântico intitulado 'On the Road' (Em português: Na Estrada) mais parece um disco de Rock. Mas, apesar do ar de roqueiro que exibe na capa; óculos escuros, jaqueta de couro e montado numa moto, é um disco inteiramente romântico incluindo clássicos como 'Smile' e 'Fly me to the moon'. O disco encerra com Let me try again (Deixe-me tentar novamente), será que ela merece uma nova oportunidade?

Aos 57 anos, Roberto Jefferson, não é iniciante no meio artístico; ele já foi um dos apresentadores do extinto programa do SBT “O Povo na TV”, é advogado, ex-deputado, cantor amador e motociclista. Foi cassado, e perdeu os direitos políticos após denunciar o suposto esquema do mensalão.

Roberto Jefferson sempre foi uma figura política emblemática, teve sua importância durante o governo Collor, e hoje e peça chave para mostrar aos brasileiros que ninguém está acima do bem e do mal.

Alexandre Dumas e o Homem da Máscara de Ferro

O nome verdadeiro de Alexandre Dumas era Alexandre Davy de la Pailletterie. Ele Nasceu no dia 24 de julho de 1802, em Villers-Cotterêts...