Mário Rambaldi

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Alexandre Dumas e o Homem da Máscara de Ferro

O nome verdadeiro de Alexandre Dumas era Alexandre Davy de la Pailletterie. Ele Nasceu no dia 24 de julho de 1802, em Villers-Cotterêts, perto de Paris, na França. Era filho de um general e de uma escrava negra, Marie, que morreu quando o filho ainda era pequeno.
Aos 20 anos, Alexandre mudou-se para Paris. Por indicação do general Foy, Dumas conseguiu um emprego no escritório do duque de Orleans. Começou então a escrever poemas e novelas e, logo depois, seu primeiro drama. Aos vinte e cinco anos, obteve sucesso com sua primeira peça de teatro.
Alexandre Dumas escrevia semanalmente para jornais e revistas. Foi um dos escritores franceses mais produtivos, aceitando inclusive convites para escrever em parceria.
No ano de 1829, lançou a peça Henrique III e sua corte, que fez um estrondoso sucesso. Dumas é lembrado até hoje pelos seus romances, mas, na verdade, foi como dramaturgo que revelou seu indiscutível talento.
Em 1844, a revista O Século publicou a primeira parte de uma história escrita por Alexandre Dumas, que se baseou em alguns manuscritos encontrados na Biblioteca Nacional, enquanto pesquisava sobre Luís XIV. Esses manuscritos contavam as aventuras de um jovem que, ao chegar a Paris, envolveu-se nas intrigas da corte, em assuntos internacionais e políticos e em questões amorosas. Durante seis anos, os leitores puderam apreciar as aventuras do jovem D'Artagnan e de seus três amigos, Porthos, Athos e Aramis, tendo como cenário a história da França e Inglaterra. Mais tarde, essas aventuras foram publicadas e tornaram-se os três romances de D'Artagnan: Os três mosqueteiros, Vinte anos depois e O visconde de Bragelonne.
O homem da máscara de ferro faz parte do terceiro volume, O visconde de Bragelonne, e corresponde à parte que vai do capítulo 209 ao 269.
Dentre outras obras que Dumas escreveu, destacam-se: O conde de Monte Cristo, A tulipa negra, Os irmãos corsos, A rainha Margot, O colar da rainha, O cavaleiro da casa vermelha, Memórias de um médico e A condessa de Charny. Ele também escreveu centenas de peças, anedotas, romances, diários de viagem e histórias para crianças.
Alexandre Dumas fez fortuna com seus livros, mas não soube administra-la. Quando morreu, no dia 5 de dezembro de 1870, estava em total miséria.
O seu corpo foi sepultado no local onde nasceu no cemitério de Villers-Cotterêts até 30 de novembro de 2002, quando foi exumado por ordem do presidente francês Jacques Chirac e numa cerimônia televisiva, seu novo caixão, carregado por quatro homens vestidos como mosqueteiros Athos, Porthos, Aramis e D'Artagnan, foi transportado em procisão solene até o Panteão de Paris, o grande mausoléu onde grandes filósofos e escritores estão sepultados.
Em seu discurso, o presidente disse: "Contigo, nos fomos D'Artagnan, Monte Cristo ou Balsamo, cavalgando pelas estradas da França, percorrendo campos de batalha, visitando palácios e castelos - contigo, nós sonhamos."
Numa entrevista após a cerimônia, Chirac reconheceu o racismo que existiu, devido ao fato de Dumas ter sido filho de uma escrava negra, dizendo que um erro agora foi reparado com seu sepultamento ao lado de autores como Victor Hugo e Voltaire. Dessa forma reconhecendo que apesar da França ter produzido vários grandes escritores, nenhum deles foi tão lido quanto ele. Suas histórias foram traduzidas em quase 100 idiomas, e inspiraram mais de 200 filmes.

Lenda ou história real?

Em 1698, um homem misterioso foi aprisionado na Bastilha. O homem foi mantido na prisão por quase onze anos e, durante todo esse tempo, seu rosto ficou encoberto por uma máscara de ferro. O prisioneiro morreu em 1703 e, em 1711, a cunhada do rei escreveu uma carta para a tia, contando a estranha história.
O filósofo Voltaire revelou ter conhecido na mesma prisão uma pessoa que servia o homem da máscara de ferro. Voltaire contava que o prisioneiro usava a máscara desde o ano de 1661 e que, mais tarde, foi levado para a ilha de Sainte-Marguerite. Ele era jovem, alto e muito atraente; vestia-se muito bem, gostava de música e era parecido com alguém famoso na época; provavelmente, Luís XIV.
Muitas histórias foram contadas acerca do homem da máscara de ferro. Alguns escritores diziam que a máscara era de veludo, e não de ferro.
Em 1789, o jornalista Frederic-Melchior Grimm afirmou que Luís XIV teve um irmão gêmeo idêntico. O rei Luís XIII, pai dos gêmeos, temeroso de que os garotos brigassem por causa do trono mais tarde, havia escondido um dos bebês para que fosse criado secretamente. O garoto foi criado por um casal, que nunca lhe revelou a sua verdadeira identidade. Um dia, já adolescente, ele viu um quadro de seu irmão e compreendeu o que havia acontecido. O rapaz foi preso imediatamente e passou o resto de sua vida com uma máscara sobre o rosto.
Muitas pessoas acreditaram nessa história. À medida que o tempo passava, outros escritores deram novas versões para o caso. Disseram inclusive que, quando a Bastilha foi tombada por um movimento revolucionário, foi descoberto o esqueleto do príncipe, que ainda usava a máscara.
Lenda? Boato? Fato Real?
Alexandre Dumas aproveitou o boato e inseriu-o nesta história, lançando mão de fatos políticos verídicos e mesclando-os de tal maneira que fica difícil separar ficção de realidade.
Corria o boato, na época, de que o rei Luís XIV era filho de Ana D'Austria e de seu amante, o cardeal Mazarino.
Com maestria, Alexandre Dumas centralizou a história em 1661, na França, no reinado do polêmico Luís XIV, também chamado  "Rei Sol".

terça-feira, 5 de julho de 2011

A Era dos Descartáveis

Vivem hoje no planeta Terra aproximadamente 6 bilhões de habitantes. No decorrer do século XX, a população mundial dobrou de tamanho, porém a quantidade de lixo produzida no mesmo período aumentou numa proporção muito maior.
Esse processo começou, de fato, a partir da Revolução Industrial, que ocorreu na Europa em meados do século XVIII. Inicialmente, eram empregadas maquinas a vapor, usadas para mover teares na confecção de tecidos, que depois foram substituídos por equipamentos mais modernos, movidos a eletricidade.
Com o passar dos anos, as indústrias evoluíram consideravelmente e hoje fabricam produtos nem sequer imagináveis naquela época, como geladeiras, fornos de microondas, televisores, celulares e DVD's. A descoberta sucessiva de novas tecnologias vem rapidamente tornando ultrapassados modelos e versões de aparelhos. Os computadores, por exemplo vêm sofrendo tantas modificações que, no Japão e em outros países desenvolvidos, já formam enormes depósitos de sucata, mesmo quando ainda funcionam.
Em toda parte do mundo, a propaganda comercial de jornais, rádio, televisão e internet incentiva as pessoas a adquirir vários produtos e substituir os mais antigos por mais modernos. Relógios, brinquedos, sapatos ou eletrodomésticos logo ficam "fora de moda" e se transforma em lixo. Na Europa, nos Estados Unidos e em menor escala no Brasil encontramos verdadeiros "cemitérios de automóveis", formado por carros abandonados por seus donos, que não encontram compradores, pois a maioria deles procura sempre adquirir os últimos lançamentos do mercado.
Hoje existem milhões de carros no mundo, e possivelmente na Europa o ritmo de produção de automóveis já ultrapassa a taxa de natalidade, isto é, "nascem" mais carros que crianças. Enquanto no Brasil um carro chega a durar mais de vinte anos, nos países europeus sua vida útil é de apenas dez anos. Calcula-se que, anualmente, mais de 12 milhões de automóveis são inutilizados no continente europeu.
Nos dias atuais, os aparelhos eletrodomésticos em geral, como rádios, ferros elétricos, fogões e aparelhos de som, têm menor durabilidade, quebram-se facilmente e necessitam de reposição a curto prazo. Somam-se a estes os telefones celulares, que são trocados constantemente por modelos mais sofisticados. Estamos vivendo assim, a era dos descartáveis, isto é, dos produtos que são utilizados uma única vez ou por pouco tempo e em seguida jogados fora.
Atualmente, fraldas, lenços, coadores de café, xícaras e até mesmo toalhas são lançados ao lixo, logo após seu uso. O mesmo acontece com canetas, lâminas e aparelhos de barbear. Impressoras de computadores e máquinas copiadoras, como xerox ou fax também contribuem com um imenso volume de papéis, rapidamente inutilizados. Cada dia é maior a quantidade de pilhas e de baterias de aparelhos eletrônicos que é descartada pela população. Esse material, juntamente com CD's, disquetes, cartuchos de impressão e baterias de relógio, formam o chamado lixo tecnológico.
Na era dos descartáveis, as embalagens de bebidas e de alimentos, feitas principalmente de alumínio, plástico ou papel, passaram a ser produzidos em larga escala, substituindo os recipientes que até pouco tempo eram totalmente reutilizáveis, como as garrafas de cerveja e de refrigerantes feitas de vidro. As modernas redes de lanchonete, ao servir um simples sanduíche acompanhado de bebida, oferecem caixinhas de papelão ou de isopor, guardanapos, talheres, copos e canudos que serão descartados nume lixeira minutos depois.
Esse tipo de lixo reflete basicamente o modo de vida moderno e agitado das grandes cidades. Em geral quanto mais rica e industrializada for a região, maior será o consumo de descartáveis e a quantidade de lixo produzida por seus habitantes será mais elevada.
Se, não assumirmos, a reciclagem, como uma alternativa viável para o volume de produtos descartáveis, em poucos anos estaremos sufocados em nosso próprio lixo.

terça-feira, 28 de junho de 2011

O conceito de Lixo

A palavra lixo, derivado do termo latim Lix, significa "cinza". No dicionário ela é definida como sujeira, imundice, coisa ou coisas inúteis, velhas, sem valor. Lixo,na linguagem técnica, é sinônimo de resíduos sólidos e compreende os materiais descartados pelas atividades humanas.

Nos tempos mais remotos, o lixo era produzido em pequenas quantidades e constituído essencialmente de sobras de alimentos.

A partir da Revolução Industrial, século XVII, as fábricas começaram a produzir objetos de consumo em larga escala e a introduzir novas embalagens no mercado, aumentando consideravelmente o volume e a diversidade de resíduos gerados nas áreas urbanas. O ser humano passou a viver então a era dos descartáveis, em que a maior parte dos produtos (de guardanapos de papel a computadores) são inutilizados e jogados fora com enorme rapidez.

Ao mesmo tempo, o crescimento acelerado das metrópoles fez com que as áreas disponíveis para colocar o lixo se tornassem escassas. A sujeira acumulada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas, e piorou as condições de saúde das populações em todo o mundo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas. Até hoje, no Brasil, a maior parte dos resíduos e simplesmente jogada sem qualquer cuidado em depósitos existentes nas periferias das cidades.

A questão é: O que fazer com tanto lixo?

Felizmente, temos a nosso favor várias soluções para dispor os resíduos de forma correta, sem acarretar prejuízos ao meio ambiente e a saúde pública. O ideal, no entanto, seria se todos nos evitássemos o acumulo de detritos, diminuindo o desperdício de materiais e o consumo excessivo de embalagens.

Nos últimos anos, nota-se uma tendencia mundial em reaproveitar cada vez mais os produtos jogados no lixo para fabricação de novos objetos, por meio dos processos de reciclagem, o que representa economia de matéria prima e de energia fornecidas pela natureza. Assim, o conceito de lixo tende a ser modificado, podendo ser entendido como "coisas que podem ser uteis e aproveitáveis pelo ser humano". Você está convidado a participar dessa mudança!

(Contribuição: Guilherme A.O. Rambaldi)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Eco 92 - Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento

Em 1992, no  Rio de Janeiro, representantes de quase todos os países do mundo reuniram-se para decidir que medidas tomar para conseguir diminuir a degradação ambiental e garantir a existência de outras gerações.

A ECO-92 ou Rio-92 são nomes pelos quais é mais conhecida a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD), realizada entre 3 e 14 de Junho de 1992.

A intenção, nesse encontro, era introduzir a idéia do desenvolvimento sustentável, um modelo de crescimento econômico menos consumista e mais adequado ao equilíbrio ecológico. Os encontros ocorreram no centro de convenções chamado Rio Centro. A diferença entre 1992 e 1972 (quando teve lugar a Conferência de Estocolmo) pode ser traduzida pela presença maciça de Chefes de Estado, fator indicativo da importância atribuída à questão ambiental no início da década de 1990.

Durante o evento, as forças armadas fizeram a proteção da cidade, gerando uma sensação de segurança, que motiva até hoje a defesa da utilização das forças armadas na segurança pública da cidade. O presidente da República Fernando Collor de Mello, transferiu, durante o evento a capital de Brasília para o Rio de Janeiro. Fazendo durante alguns dias, que o Rio voltasse a ser a capital do país, como foi de 1763 até 1960.
A Rio 92 consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável e contribuiu para a mais ampla conscientização de que os danos ao meio ambiente eram majoritariamente de responsabilidade dos países desenvolvidos. Reconheceu-se, ao mesmo tempo, a necessidade dos países em desenvolvimento receberem apoio financeiro e tecnológico para avançarem na direção do desenvolvimento sustentável. Naquele momento, a posição dos países em desenvolvimento tornou-se mais bem estruturada e o ambiente político internacional favoreceu a aceitação pelos países desenvolvidos de princípios como o das responsabilidades comuns, mas diferenciadas.

A mudança de percepção com relação à complexidade do tema deu-se de forma muito clara nas negociações diplomáticas, apesar de seu impacto ter sido menor do ponto de vista da opinião pública.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Vinha de Luz - Crises

"Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora." - Jesus. (JOÃO. 12:27.)

A lição de Jesus, neste passo do Evangelho, é das mais expressivas.
Ia o Mestre provar o abandono dos entes amados, a ingratidão de beneficiários da véspera, a ironia da multidão, o apodo na via pública, o suplício e a cruz, mas sabia que ali se encontrava para isto, consoante os desígnios do Eterno.
Pede a proteção do Pai e submete-se na condição do filho fiel.
Examina a gravidade da hora em curso, todavia reconhece a necessidade do testemunho.
E todas as vidas na Terra experimentarão os mesmos trâmites na escala infinita das experiências necessárias.
Todos os seres e coisas se preparam, considerando as crises que virão.
É a crise que decide o futuro.
A terra aguarda a charrua.
O minério será remetido ao cadinho.
A árvore sofrerá a poda.
O verme será submetido à luz solar.
A ave defrontará com a tormenta.
A ovelha esperará a tosquia.
O homem será conduzido à luta.
O cristão conhecerá testemunhos sucessivos.
É por isso que vemos, no serviço divino do Mestre, a crise da cruz que se fez acompanhar pela bênção eterna da Ressurreição.
Quando pois te encontrares em luta imensa, recorda que o Senhor te conduziu a semelhante posição de sacrifício, considerando a probabilidade de tua exaltação, e não te esqueças de que toda crise é fonte sublime de espírito renovador para os que sabem ter esperança.

Texto extraido do livro "Vinha de Luz" - Francisco Candido Xavier (Chico Xavier) ditado pelo espírito Emmanuel

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Mudanças....


Como vai você?
Eu vou bem.
Bem...
Na verdade, estou em rota de colisão comigo mesmo.
Sabe por quê?
Porque a vida é assim.
Os pensamentos mudam, as pessoas mudam,... a vida muda.
Tudo em um grande espiral de vaidades, virtudes e sentimentos.
Ódio, amor, inveja, preguiça, dor e alegria tudo faz parte da receita da vida.
O grande segredo é saber dosar todos os ingredientes.
Quando não conseguimos...
Tudo dá errado.
Estou em busca de um novo tempo, um novo rumo.
Quem sabe uma nova religião.
Preciso de algo para servir de base.
Estou buscando uma vida nova.
Algo no mundo está errado.
Comigo está tudo bem.
O que ocorre, é que chega uma altura da vida em que precisamos olhar para dentro. Voltar para si.
E se redescobrir.
Rever conceitos.
Reavaliar a rota da vida. Saber exatamente que rumo seguir.
Buscar novos caminhos.
O que me falta é inspiração.
Acho que é justamente o que tenho buscado.
As coisas mudam, as pessoas mudam. O tempo muda.
Tudo muda o tempo todo.
Eu também quero mudar.
Sair mais.

Viajar.
Comer comidas diferentes.

Quem sabe escrever um livro.
Mas falta algo.
Algo simples.
Tão pequeno.
Mas tão difícil de ter ultimamente.
O óbvio.
O necessário.
Aquilo que todos buscam.
Mas poucos alcançam.
Ele mesmo.
O dinheiro.

domingo, 17 de outubro de 2010

Roberto Jefferson - "On the Road" (Na Estrada).

Foto de Divulgação - Capa do CD

Recentemente nas eleições de 3 de outubro de 2010, vimos uma enxurrada de cantores, jogadores de futebol e até palhaços entrarem para política. Alguns escrevendo seu nome na história como é o caso do comediante Tiririca um dos deputados mais votados de São Paulo.

Na contramão desse movimento está o presidente do PTB, Roberto Jefferson, que resolveu entrar para carreira de cantor, e lançou seu primeiro CD.

O CD romântico intitulado 'On the Road' (Em português: Na Estrada) mais parece um disco de Rock. Mas, apesar do ar de roqueiro que exibe na capa; óculos escuros, jaqueta de couro e montado numa moto, é um disco inteiramente romântico incluindo clássicos como 'Smile' e 'Fly me to the moon'. O disco encerra com Let me try again (Deixe-me tentar novamente), será que ela merece uma nova oportunidade?

Aos 57 anos, Roberto Jefferson, não é iniciante no meio artístico; ele já foi um dos apresentadores do extinto programa do SBT “O Povo na TV”, é advogado, ex-deputado, cantor amador e motociclista. Foi cassado, e perdeu os direitos políticos após denunciar o suposto esquema do mensalão.

Roberto Jefferson sempre foi uma figura política emblemática, teve sua importância durante o governo Collor, e hoje e peça chave para mostrar aos brasileiros que ninguém está acima do bem e do mal.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Empresa Norte-Americana desenvolve traje robótico.


Geralmente vemos filmes como o Homem de Ferro e Robocop como mera Ficção Científica, porém, as empresas de pesquisas tecnológicas ligadas ao governo dos Estados Unidos, a muito tempo estão buscando uma forma de produzir um super-soldado. Recentemente a companhia norte-americana de pesquisa Raytheon divulgou durante um evento em Salt Lake City a segunda geração de seu exoesqueleto robótico XOS2, uma armadura desenvolvida para o exército dos EUA que permite a seu usuário dispor de força e resistência ampliadas.“O novo traje robótico é mais leve, mais ágil e mais rápido que seu antecessor, e consome 50% menos energia. Seu novo design o torna mais resistente”, informa a companhia em seu site.
O traje e construído a partir de uma combinação de estruturas metálicas, sensores, atuadores e controladores, e é alimentado por um sistema hidráulico de alta pressão.
A ação robótica do traje está sendo projetada para ajudar com desafios de logística enfrentados pelas forças armadas dentro e fora de combate. A princípio a idéia é reduzir o impacto de ações repetitivas e trabalhos pesados que possam levar a lesões ortopédicas.

Um soldado utilizando o traje XOS 2 realiza o levantamento de 90 quilos com facilidade, reduzindo a tensão e o esforço, ainda segundo a nota divulgada é possível realizar sozinho o trabalho de dois ou três soldados de forma mais rápida. Com a implantação do exoesqueleto em operações, as forças armadas pretendem designar o pessoal militar para tarefas mais estratégicas.
“Dispor de exoesqueletos é inevitável, na minha opinião”, afirmou Fraser Smith, vice-presidente de operações da Raytheon Sarcos. “Há uma demanda desesperada por eles, e acredito que os militares enxergam o traje como solução viável para diversas questões que eles estão tentando superar”.
De acordo com Smith, “com uma compromisso consistente [nesta pesquisa], os trajes poderiam estar em operação dentre de cinco anos”.
Durante a apresentação estiveram presentes representantes da Paramount Home Entertainment, incluindo o ator Clark Gregg (agente Phil Coulson aka da franquia Marvel ® Movie) para capturar imagens de XOS 2 para incluir em um vídeo que está sendo produzido para apoiar o lançamento de Homem de Ferro® 2 em DVD e Blu-ray.
Os números oficiais da Raytheon indicam que a companhia vendeu US$ 25 bilhões em tecnologia no ano passado, especialmente em material voltado para segurança e defesa interna.

Para saber mais, ver o vídeos e fotos do traje em alta resolução acesse: http://www.raytheon.com/

Para assistir ao video demonstrativo clique no link Vídeo demonstrativo do traje XOS 2

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Falar é completamente fácil

Meus amigos e seguidores do Blog, me permitam postar aqui um poema de Carlos Drummond de Andrade para refletirmos juntos.



Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer “oi” ou “como vai?”
Difícil é dizer “adeus”. Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas…

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho…

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Buquê de Noiva - Tradição e Beleza

Em homenagem a uma pessoa muito especial que vai se casar em Outubro e está escolhendo o buquê que vai usar, resolvi pesquisar e postar aqui no blog um pouco sobre a história e tradição deste acessório que é um ornamento usado desde a antiguidade e que tem significado tão importante para as noivas.

Um dos símbolos mais tradicionais do casamento o buquê teria surgido na Grécia como uma espécie de amuleto contra o mau-olhado e, era confeccionado com uma mistura de alho, ervas e grãos. Esperava-se que o alho afastasse maus espíritos e as ervas ou grãos garantissem uma união frutífera.

Na Idade Média era comum a noiva fazer o trajeto a pé para a igreja e no caminho recebia flores ou ervas e temperos para trazer felicidade e boa sorte. Ao fim do trajeto ela tinha formado um buquê e cada um destes presentes tinha um significado, assim os antigos romanos costumavam atirar flores no trajeto da noiva, pois acreditavam que as pétalas fariam a noiva ter sorte e dar carinho ao marido.

Na Europa, durante a Idade Média, os arranjos começaram a tornar-se mais sofisticados, devido à chegada de flores exóticas.

Na época Vitoriana, era impróprio declarar abertamente seus sentimentos, criou-se então a “Linguagem das Flores” para demonstrar suas intenções sem falar uma palavra sequer. Os buquês passaram a ser escolhidos por causa do significado das flores.

Na antiga Polônia, acreditava-se que, colocando açúcar no buquê da noiva, seu temperamento se manteria "doce" ao longo do casamento.

Antigamente havia o hábito de guardar o buquê sob uma redoma de vidro, exposto sobre algum móvel na sala ou na cômoda do quarto.

Nos dias de hoje, o buquê é essencial para que o traje da noiva esteja completo. Ele pode ser feito de flores naturais ou artificiais.

Nos casamentos realizados pela manhã ou à tarde, é aconselhável que o buquê seja de pequeno ou médio porte e com flores do campo ou flores coloridas, já para as cerimônias a noite recomenda-se buquê maior com flores mais nobres e chamativas.

Os formatos dos buquês podem ser: pequeno e redondo, cheio e redondo, tipo cascata ou tipo braçada.

A tradição manda que sejam usadas as flores de laranjeira como elemento simbolizante da pureza virginal e da fertilidade da noiva. E foi assim por muitos anos. Mas, o buquê de noiva tomou ares de verdadeira obra de arte e passou a ser composto das mais variadas espécies e flores e a levar os mais incríveis complementos em sua construção que, muitas vezes, o transformam num “show à parte” dependendo do resultado final.

A escolha entre uma variedade praticamente infindável de flores, ramagens, enfeites e adereços diversos pode significar horas de exame detalhado de fotos e catálogos de todo tipo. Hoje existem profissionais especializados neste assunto que podem contribuir para facilitar a vida das noivas, mas, o buquê é uma peça tão importante para a mulher que a maioria ainda prefere uma escolha pessoal e mais direta desse maravilhoso adereço cheio de tradições e sentimentos.

Abaixo o significado das flores:

• Cactus: perseverança

• Copo de leite: reconciliação

• Tulipa: declaração de amor

• Coroa imperial: majestade, poder

• Margarida: inocência, virgindade

• Camélia: beleza perfeita

• Cravo amarelo: desprezo

• Lírio: pureza

• Miosótis: fidelidade

• Flores do campo: juventude

• Celósia: fertilidade

• Cravos variados: rejeição

• Crisântemo: paixão

• Rosas: amor em suas várias formas

• Dália: crescimento

• Hortência: frieza, indiferença

• Dedaleira: falsidade

• Gerânio escuro: tristeza

• Dente-de-leão: oráculo

• Gérbera: vida, energia

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Estamos de Volta.

Olá amigos. Após uma longa e tumultuada mudança de endereço do interior para capital estamos de volta.
Nos próximos dias estaremos postando novidades e em breve nosso Blog estará de cara nova.
Um abraço a todos, e obrigado pelas manifestações de carinho.

Mário Rambaldi

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Ogros - Do Folclore Europeu ao Shrek da DreamWorks

Uma criatura mitológica, meio homem, meio monstro. Sempre caracterizado com proporções avantajadas em relação a um ser humano normal, é geralmente gordo, careca e sujo. Pode ter um ou dois olhos, chifres e grandes dentes. Reza a lenda que vivem em florestas isoladas e escuras.

Retratados em antigos folclores europeus e contos de fadas como devoradores de humanos, a exemplo do ogro de "O Pequeno Polegar". Só neste século ganharam uma cara mais simpática, com o desenho animado "Shrek", da DreamWorks, em que o protagonista é um ogro verde engraçado, mal-educado e bonzinho que se apaixona por uma princesa. Novas versões do monstro também estão presentes em vários jogos de estratégia para computadores. Por fim, ainda hoje os ogros correspondem no sentido metafórico a pessoas desagradáveis, que exploram, agridem e perturbam os demais.

O nome "ogro" vem do francês e acredita-se que o termo tenha sido inspirado pelos trabalhos do autor italiano Giambattista Basile (1575-1632), que usou pela primeira vez a palavra italiana "orco".

Em algumas histórias do folclore do norte da Europa, o ogro aparece como uma criatura forte, timida, covarde e pouco inteligente, o que o torna um inimigo facil de ser derrotado. Em outras lendas, os ogros moram embaixo da terra e podem mudar de forma, segundo sua vontade, para objetos e animais.

Nos países escandinavos, os ogros são chamados de trolls e habitam montanhas e castelos cheios de tesouros, escondidos no meio das florestas. Eles também foram imaginados como criaturas gigantescas e ferozes, em forma humana e que podem sofrer metamorfose.

Os contos de fadas japoneses falam do oni, uma especie de demônio muito associado ao ogro, que tem rosto de macaco, besta ou pássaro, com chifres. Acredita-se que a aparência dos onis seja derivada dos demônios chineses, retratados em contos budistas torturando os pecadores no inferno, ameaçando seres humanos e montando nas nuvens como espiritos do vento e do trovão.

Já as tradições tribais de índios americanos contam histórias sobre gigantes comedores de homens, que mais tarde dariam forma ao temido Pé Grande.

Fonte de Pesquisa: Wikipedia

terça-feira, 6 de julho de 2010

Indústria naval renasce das cinzas.


A indústria naval brasileira chegou a ser a segunda maior do mundo, empregando, em 1979, 39 mil trabalhadores. Nas décadas seguintes, quando os navios e plataformas de exploração passaram a ser importados, o setor começou a definhar até quase virar pó, com o número de empregados caindo para 1,9 mil, no ano de 2000. Hoje, no entanto, a indústria naval está renascendo das cinzas. O setor já superou em muito o número de empregados da época áurea, empregando atualmente 46,5 mil trabalhadores.

Esta reviravolta fantástica está sendo proporcionada sobretudo pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef), um dos principais projetos do PAC. As encomendas do Promef somam 49 navios de grande porte. As premissas do Promef são de que os navios devem ser construídos no Brasil e com índice de nacionalização de 65% na primeira fase e de 70% na segunda, além da exigência de que sejam competitivos internacionalmente.

No mês passado, nós participamos do lançamento ao mar do primeiro navio concluído: o João Cândido, construído pelo Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, com 274 metros de comprimento, duas vezes e meia a distância de uma trave à outra do campo do Maracanã. Na última quinta-feira, o segundo navio, o Celso Furtado, foi lançado ao mar no Estaleiro Mauá, em Niterói, no Rio de Janeiro. Nós estamos resgatando uma tradição cara ao nosso país, uma vez que este estaleiro foi fundado em 1846 pelo Barão de Mauá, pioneiro da indústria naval e do desenvolvimento industrial do nosso país.

A grande maioria dos trabalhadores do Atlântico Sul ganhava a vida como pescador, cortador de cana ou doméstica. Todos eles receberam formação em três fases, até a qualificação final para as atividades de soldador, caldeireiro, mecânico, montador e pintor. Não há nada que pague ver a expressão de felicidade estampada no rosto dos trabalhadores, pessoas que jamais imaginaram que um dia seriam capazes de construir um verdadeiro monumento, como é o navio João Cândido.

A retomada da indústria naval é irreversível. Além das encomendas atuais, não é difícil imaginar quantas encomendas serão geradas com o início da exploração do pré-sal. Além da revitalização dos antigos estaleiros e da construção, por exemplo, do Atlântico Sul, o Estaleiro Aliança, de Niterói, vai construir uma nova unidade em São Gonçalo (RJ); o Estaleiro Rio Grande, em Rio Grande (RS), construirá oito cascos de navios-plataforma para a Petrobras, e o grupo Wilson Sons anunciou, na semana passada, a construção de outro estaleiro na mesma cidade. Outros quatro serão instalados no país, para atender à demanda crescente: Paraguaçu, na Bahia, Eisa, em Alagoas, Promar, no Ceará ou Pernambuco, e Corema, em Manaus. Os reflexos desta verdadeira explosão da indústria naval estão se espraiando por toda a economia e beneficiando, direta ou indiretamente, todos os brasileiros.

Luiz Inácio Lula da Silva é presidente da República Federativa do Brasil.
Texto publicado no site do PT - Partido dos Trabalhadores em 28/06/2010 às 10:08

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Zuzu Angel - Zuleika Angel Jones

Zuleika Angel Jones, conhecida como Zuzu Angel, foi uma estilista brasileira, que nasceu em Curvelo, em 5 de junho de 1923 e mudou-se quando criança para Belo Horizonte, tendo em seguida morado na Bahia. A cultura e cores desse estado influenciaram significativamente o estilo das suas criações.

Em 1947 foi morar no Rio de Janeiro e nos anos 50 iniciou seu trabalho como costureira. No princípio dos anos 70 abriu uma loja em Ipanema, quando começou a realizar desfiles de moda. Nestes desfiles sempre abordou a alegria e riqueza de cores da cultura brasileira, fez sucesso com seu estilo em todo o mundo, principalmente nos Estados Unidos. Enquanto a carreira de Zuzu Angel como estilista deslancha mundo afora seu filho ingressa no movimento estudantil, contrário à ditadura militar então vigente no país.

Em 14 de junho de 1971 Stuart é secretamente preso, torturado e assassinado pelos agentes do Centro de informações da Aeronáutica, sendo dado como desaparecido político. Zuzu saiu em busca do filho nas prisões e nos quartéis. Pouco tempo depois, recebeu uma carta do preso político Alex Polari de Alverga dizendo que ele fora torturado e morto.

A partir daí, Zuzu entraria em uma guerra contra o regime, denunciando as torturas e morte de seu filho. Ela passou a usar sua moda como forma de protesto fazendo - "a primeira coleção de moda política da história", usando ao lado dos anjos, as figuras de crucifixos, tanques de guerra, pássaros engaiolados, sol atrás das grades, jipes e quepes. O uso dessas metáforas foi a solução que encontrou para simbolizar, em seu trabalho, a história de seu filho. Suas manifestações ecoaram no Brasil e no exterior. Envolvendo até os Estados Unidos, país de seu ex-marido e pai de Stuart.

Ela travou uma dura e longa batalha tentando localizar o corpo do filho e provar sua inocência. O corpo de Stuart nunca foi encontrado, sua luta só terminou com a morte, ocorrida na madrugada de 14 de abril de 1976, num acidente de carro na Estrada da Gávea, à saída do Túnel Dois Irmãos (RJ), em circunstâncias então mal esclarecidas.

Zuzu Angel foi sepultada pela família, em 15 de abril de 1976, no Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro. Uma de suas duas filhas, a jornalista Hildegard Angel, foi a idealizadora do Instituto Zuzu Angel de Moda do Rio de Janeiro, uma entidade civil sem fins lucrativos, fundado em outubro de 1993.

O caso de Zuzu foi tratado pela Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, no processo de número 237/96, com o governo brasileiro assumindo, em 1998, a participação do Estado em sua morte.

Em homenagem à estilista, o cantor e compositor Chico Buarque compôs, sobre melodia de Miltinho (MPB4), a música Angélica.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Zuzu Angel - O Filme.

Há alguns dias, estava confortavelmente instalado num sítio em Lagoa Santa, quando tive a oportunidade de assistir ao filme contando a História da estilista brasileira Zuzu Angel. Num primeiro momento, por não conhecer sua trajetória de vida, tive aquela rejeição que sempre tenho aos filmes brasileiros devido à falta de criatividade de alguns e excesso de pornografia de outros. Mas é preciso fazer justiça, nos últimos anos o nosso cinema têm melhorado muito, alguns títulos são tão bons que não ficam devendo nada ao cinema internacional.
Já se passava das 02 horas da manhã acordei por ter dormido com a televisão ligada, o objetivo, desligá-la, mas, como bom cinéfilo, resolvi ver do que se tratava o filme que estava começando, depois dos primeiros 10 minutos não consegui dormir mais. A história era muito instigante e envolvente.
O filme produzido em 2006 conta a história da estilista Zuzu Angel que teve seu filho torturado e assassinado pela ditadura militar. Ela também foi morta em um acidente de carro forjado pelos militantes do exército ditatorial em 1976. Sua história e muito interessante, ela foi uma estilista de sucesso que projetou a moda brasileira no mundo e uma mãe que travou uma luta contra tudo e todos na busca pelo seu filho Stuart.
Virei fã, não só do filme, mas, da personagem real. Por este motivo comecei a realizar uma pesquisa sobre sua vida e vou postar no blog um resumo de sua biografia. O Brasil precisa de heróis! Não dos heróis do Pedro Bial. Nossos jovens precisam de bons exemplos, para construirmos uma sociedade igualitária, humana, justa e verdadeira.

Titulo Original: Zuzu Angel

Elenco: Patrícia Pillar, Daniel de Oliveira, Luana Piovani, Leandra Leal, Alexandre Borges e Ângela Vieira.

Direção: Sergio Rezende

Sinopse: Brasil, anos 60, época da ditadura militar. Zuzu Angel, estilista de moda, fica cada vez mais famosa no Brasil e no exterior. Paralelamente, seu filho, Stuart, ingressa na luta armada contra os militares. Pouco tempo depois, Zuzu recebe uma carta dizendo que Stuart fora torturado e morto. Então ela inicia uma batalha: localizar o corpo do filho e provar sua inocência.